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Desenhando novas soluções para problemas novos.

by Equipe Alstra
*Artigo por Daniel Bahia

Desde a deflagração da pandemia, Empreendedores dos mais diversos tamanhos estão se deparando com desafios até então inéditos em sua trajetória. Este ineditismo os impede de utilizar seu repertório de experiências passadas para reagir de forma pronta e certeira aos problemas que surgem, gerando sensações de medo, ansiedade e inércia frente às incertezas.

Ao mesmo tempo que provoca tais sentimentos, o ineditismo também abre um novo campo de possibilidades para novas experiências e aprendizados. Ou seja, temos pela frente uma enorme oportunidade de crescimento, mas somente se estivermos abertos a enxergar com novas lentes e perceber o mundo enquanto ele se transforma.

Design aplicado aos desafios de negócios

Para organizar o turbilhão de pensamentos e sensações deste período, venho utilizando ferramentas de Design para auxiliar empreendedores nesta jornada de aprendizado. Tais ferramentas pouco têm de sofisticado, no entanto demandam um alto grau de escuta e não-julgamento a quem as utiliza.

Por privilegiar a visão do usuário (que pode ser um cliente, um colaborador ou qualquer outro stakeholder) é necessário despir-se das verdades absolutas que trazemos conosco com base nas experiências passadas e conectar-se com a verdade deste usuário. O que é valor para ele, quais são suas dores, medos, necessidades e desejos? Para a sobrevivência de qualquer negócio, nos contextos mais ásperos como o atual, é preciso mais do que nunca se conectar aos seus usuários.

 

Escuta e Empatia como ferramentas de inovação

E embora a conexão possa ser potencializada pela tecnologia, o requisito mais importante é a capacidade humana de empatia, que é sentir o que o outro está sentido, e isso se alcança através de uma escuta atenta e interessada. Isto quer dizer que neste momento crítico, precisamos escutar e sentir mais. E através destes exercícios, as respostas aos desafios emergirão, às vezes, de onde se menos esperava. 

Por isso, para quebrar a inércia, reduzir ansiedade e criar coragem frente aos desafios de negócio, abra seus ouvidos e demais sentidos ao que seu usuário está dizendo verbalmente e com suas ações. Se você não possui canais adequados para saber o que se passa na cabeça dele, criar este canal é o seu primeiro passo!

Sobre o autor:

*Daniel Bahia é especialista independente registrado na Alstra. Ele e outros milhares de profissionais podem ser acessados para trabalhar sob demanda nos desafios da sua empresa. Saiba mais alstratech.com 

**O texto e opinião são de responsabilidade exclusiva do autor e não necessariamente refletem o posicionamento da Alstra.

1 comment

Marcos Ramos 11 de June de 2020 - 11:35 11Thu, 11 Jun 2020 11:35:17 +000017.

Muito bem colocado Daniel, escuta ativa e empatia são irmãs gêmeas.
Quanto à escuta ativa a pandemia trouxe em seu bojo a necessidade de gestão ágil, que decretará o fim de alguns instrumentos de escuta hoje utilizados pela área de Recursos Humanos, como a tradicional avaliação de desempenho por exemplo, e exigirá outros, como a pesquisa de feedback e a pesquisa de gestão.
Mas pesquisas em nada contribuem se não houver a ação como resposta à empatia.

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